Acolhimento protege mulheres vítimas de violência em SP


Por Redação

27/09/2026  às  10:53:35 | | views 49


@Divulgação/Governo de São Paulo

Rede de proteção tem 47 abrigos em 92 municípios e permite que filhos menores acompanhem as mães


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Mulheres que enfrentam violência doméstica ou familiar e precisam se afastar do agressor podem buscar acolhimento na rede de assistência social de São Paulo. O Estado tem 47 abrigos regionais e municipais, distribuídos por 92 municípios, com capacidade para atender até 1.296 pessoas.

 

Os serviços oferecem um ambiente seguro e sigiloso para mulheres em situação de risco. Filhos menores de idade também podem ser acolhidos, quando necessário, para que a mãe não precise se separar deles durante o período de proteção.

 

São 12 unidades regionais e 35 municipais. O acolhimento pode durar até seis meses e ser prorrogado conforme a avaliação da equipe responsável. As unidades são cofinanciadas pelo governo estadual, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), e administradas pelas prefeituras.

 

Para pedir ajuda, a mulher pode procurar o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) ou o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo. O atendimento é destinado a casos de violência física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial, além de situações de ameaça.

 

A equipe técnica faz a escuta, avalia o grau de risco e define a medida de proteção mais adequada. Quando há ameaça à integridade física, a mulher pode ser encaminhada para um abrigo e levar os filhos, se necessário. A entrada no serviço é voluntária.

 

Durante o acolhimento, são oferecidos alimentação e acompanhamento psicossocial, além de encaminhamentos para serviços de saúde e orientação sobre trabalho e geração de renda. As mulheres também podem receber suporte jurídico, participar de ações de qualificação profissional e ser encaminhadas para programas de inclusão produtiva.

 

O atendimento envolve a articulação entre assistência social, saúde, Justiça e outros serviços da rede de proteção. A proposta é garantir atendimento às mulheres e aos filhos e oferecer condições para que elas possam romper o ciclo de violência e reconstruir a própria autonomia.



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